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Ele, o microfone e a mamã

"Radicalismos" de uma mãe galinha, rabiscos e cantorias do pequeno príncipe T e vida, muita vida para vos mostrar. No nosso T3 vivemos e sorrimos muito.

"Radicalismos" de uma mãe galinha, rabiscos e cantorias do pequeno príncipe T e vida, muita vida para vos mostrar. No nosso T3 vivemos e sorrimos muito.

Ele, o microfone e a mamã

16
Ago17

Basta! Queremos um Verão de "SOL"

Liliana Silva

20170311_152557.jpg

 

Já chega!

Basta!

Isto tem de ficar por aqui!

Até quando os destaques noticiosos são de tragédias? Até quando vamos levar com esta onde de desgraças, de tragédias, de sofrimento, de angústia? Ora são os fogos, ora os acidentes com avionetas, ora a queda de árvores...

Mas não era o verão sinónimo de coisas positivas? De pores do sol imperdiveis, de festas no areal das praias, dos convivios dos nossos emigrantes nas aldeias de cada cidade? Não era o Verão sinónimo de cor, de sorrisos, de vida? Não era o Verão sinónimo de boa disposição, de festas populares, de dançar até cair para o lado?

Basta!

Não estamos a carregar baterias com este Verão, não estamos a conseguir deixar os pensamentos negativos para aproveitar o sol, o calor e as boas energias. Não estamos a saber distanciar-nos destes acontecimentos que, vai na volta, nos atingem indirectamente e nos apertam o coração. 

Olhamos a nossa serra e está feita em cinzas, privamos com as nossas gentes e vemos que estão desgastados com o combate aos fogos e com a ansiedade de conseguirem salvar os bens de toda uma vida. Rumamos à praia e pensamos que poderemos não estar em segurança. Vamos a uma festa e o medo apodera-se de todos os locais onde paramos. Assim não dá!

Urgem notícias positivas, coisas boas, energias renovadas. Urgem sentimentos agastados com esperança e não desgastados com o derrotismo. 

Já chega...por aqui e pedindo a um Deus maior, ao destino, ao acaso, à sorte...àquilo que se queiram agarrar ou àquilo que lhe queiram chamar, deixem os vossos corações abertos para novos e determinados momentos de felicidade, porque ninguém pode ser 100% feliz com a tragédia dos outros a entrar-nos casa dentro.

Chamemos então por eles, pela boa sorte, por um destino mais feliz, por dias mais risonhos. Chamemos porque precisamos deles para continuar a luta do dia a dia.  

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