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Ele, o microfone e a mamã

"Radicalismos" de uma mãe galinha, rabiscos e cantorias do pequeno príncipe T e vida, muita vida para vos mostrar. No nosso T3 vivemos e sorrimos muito.

"Radicalismos" de uma mãe galinha, rabiscos e cantorias do pequeno príncipe T e vida, muita vida para vos mostrar. No nosso T3 vivemos e sorrimos muito.

Ele, o microfone e a mamã

25
Jan18

Deixem-se de merdas...já passou o natal e agora?!

Liliana Silva

IMG_6984.jpg

 

Não fiquemos chocados...

É sempre tudo muito bonito mas continuamos a ser os mesmos complicados do costume.

Tentamos mandar "bitaites" sobre a vida dos outros mas não cuidamos da que está em casa.

Sabemos opinar o certo e o errado quando não conseguimos colocar em prática essa acção na nossa vida pessoal.

Queremos que os outros vejam a nossa grandeza mas esquecemos que lá no fundo não passamos de seres com medos, receios, objectivos e metas para alcançar.

É sempre tudo muito bonito, e a beleza daquela data aumenta ainda mais os sentimentos bons, as acções positivas e as experiências.

Ora deixem-se de merdas...

Porque naqueles dias como nos outros as coisas continuam iguais. Nestes dias como nos outros continuamos a ser complicados, continuamos a ser hipócritas, continuamos a dar opiniões sem fundamentos ou conhecimentos de causa. 

A época do Natal é isso mesmo, apenas uma data. Uma data que deveria ser vivida com a normalidade dos restantes dias do ano. Uma data que não deveria ser marcada por objectivos exacerbados e mariquices por demais.

Já passou o natal...o ano novo já deixou de o ser ao longo destes dias frios e solarengos de Janeiro...e o que ficou daquilo que foi a correria desmedida do mês passado? Quais foram as resoluções de ano novo que já conseguiram colocar em prática? 

A vida continua, e ainda bem que assim o é...lamentavelmente as pessoas pouco ou nada retêm das chamadas épocas especiais, nomeadamente épocas em que se apregoa o amor, a amizade, o companheirismo...porque apregoar fica muito aquém daquilo que praticamos no nosso quotidiano.

 A razão deste post? Não preciso de razão para descrever aquilo que por momentos me assola a alma e inquieta o coração.

 

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